Estudos comprovam o impacto positivo do Sicredi na comunidade 

Estudos comprovam o impacto positivo do Sicredi na comunidade 
Estudos comprovam o impacto positivo do Sicredi na comunidade 

Recentemente uma série de estudos sobre os Benefícios do Cooperativismo de Crédito revelaram o seu impacto positivo na economia brasileira e como o Sicredi vem se destacando nesse cenário. O Sicredi vem gerando crescimento em todos os lugares das cinco regiões brasileiras onde está presente.   

Diferente de outras instituições financeiras, as cooperativas de crédito são sociedades de pessoas, nas quais os associados são usuários e donos do negócio com direito a voto nas decisões e participação nos resultados positivos. Essa abordagem inovadora coloca as pessoas em primeiro lugar, priorizando seu bem-estar e desenvolvimento socioeconômico. 

A série é formada por quatro estudos e foi conduzida em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e o pesquisador Juliano Assunção, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), especialista em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico. 

Impacto Econômico Positivo 

Primeiro dos estudos, o Benefícios do Cooperativismo de Crédito na Economia Brasileira da Fipe (2019) estimou o quanto o crédito concedido pelas cooperativas movimenta a economia local. A cada R$ 1,00 em crédito cooperativo são gerados R$ 2,45 de valor agregado as regiões, o que implicava em um impacto médio de quase R$ 21 bilhões por ano do cooperativismo de crédito à economia brasileira no período estudado. Em termos de emprego, foram 240 mil novas vagas ao ano, uma a cada R$ 35,8 mil de crédito concedido.  

Inclusão Financeira efetiva por meio da Presença Física   

Os estudos evidenciaram a capacidade do Sicredi de atuar em municípios menores e de difícil bancarização. Enquanto bancos tradicionais geralmente necessitam um mínimo de 8 mil habitantes para abrir uma agência, o Sicredi consegue estabelecer agências em municípios a partir de 2,3 mil habitantes.  Além disso, as cooperativas conseguem operar em cidades com PIB a partir de R$ 79 milhões, enquanto para os bancos públicos é necessário um PIB mínimo de R$ 146 milhões e, para um banco privado, R$220 milhões. 

Essa capacidade beneficia, em especial, áreas rurais e mais afastadas de centros urbanos e contribui para uma inclusão financeira mais ampla. Foi comprovado que a presença de uma agência Sicredi eleva em 25% o acesso a produtos financeiros dos associados em dois anos, em comparação ao comportamento de quem não conta com agência na cidade.  

Vale ainda destacar a dimensão da responsabilidade social das cooperativas de crédito, incluindo o Sicredi. Além de fornecer serviços financeiros acessíveis, essas instituições promovem a educação financeira, desenvolvem e apoiam iniciativas sociais e culturais. Esses esforços contribuem para fortalecer os laços comunitários, promover a inclusão social e impulsionar o desenvolvimento humano. 

O futuro é cooperativo 

As soluções digitais são aliadas na difusão do cooperativismo de crédito. Investimos em canais digitais como o WhatsApp e tem um dos aplicativos mais bem avaliados entre as instituições financeiras. No entanto, mesmo neste cenário de crescente digitalização, é fato que a presença física com mais de 2,5 mil agências espalhadas pelo Brasil segue importante para a inclusão financeira efetiva da população. 

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